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	<title>Museus Barreiro &#8211; Encontra Barreiro</title>
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	<description>Só mais um site WordPressNotícias, eventos, informações e dicas na cidade Barreiro e região.</description>
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		<title>Coroões do Pedal Barreiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ebarreiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Sep 2021 08:26:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Museus Barreiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os Coroões do Pedal Barreiro é, na definição do International Council of Museums (ICOM, 2001), “uma instituição permanente, sem fins lucrativos, a serviço da sociedade e do seu desenvolvimento, aberta ao público e que adquire, conserva, investiga, difunde e expõe os testemunhos materiais do homem e de seu entorno, para educação e deleite da sociedade”. Os museus tiveram origem no hábito humano do colecionismo, que nasceu junto com a própria humanidade. Desde a Antiguidade remota, o homem por infinitas razões, coleciona objetos e lhes atribui valor, seja afetivo, cultural ou simplesmente material, o que justifica a necessidade de sua preservação </p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.encontrabarreirobh.com.br/sobre/corooes-do-pedal-barreiro/">Coroões do Pedal Barreiro</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.encontrabarreirobh.com.br/sobre">Encontra Barreiro</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Os Coroões do Pedal Barreiro </b>é, na definição do International Council of Museums (ICOM, 2001), “uma instituição permanente, sem fins lucrativos, a serviço da sociedade e do seu desenvolvimento, aberta ao público e que adquire, conserva, investiga, difunde e expõe os testemunhos materiais do homem e de seu entorno, para educação e deleite da sociedade”.</p>
<p>Os museus tiveram origem no hábito humano do colecionismo, que nasceu junto com a própria humanidade.</p>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-121 size-full" title="Coroões do Pedal Barreiro" src="https://www.encontrabarreirobh.com.br/sobre/wp-content/uploads/2021/09/museus-geral.gif" alt="Coroões do Pedal Barreiro" width="680" height="189" /></p>
<p>Desde a Antiguidade remota, o homem por infinitas razões, coleciona objetos e lhes atribui valor, seja afetivo, cultural ou simplesmente material, o que justifica a necessidade de sua preservação ao longo do tempo.</p>
<p>Milhares de anos atrás já se faziam registros sobre instituições vagamente semelhantes ao museu moderno funcionando. Entretanto, somente no século XVII se consolidou o museu mais ou menos como atualmente o conhecemos. Depois de outras mudanças e aperfeiçoamentos, hoje os museus, que já abarcam um vasto espectro de campos de interesse, se dirigem para uma crescente profissionalização e qualificação de suas atividades, e se caracterizam pela multiplicidade de tarefas e capacidades que lhes atribuem os museólogos e pensadores, deixando de ser passivos acúmulos de objetos para assumirem um papel importante na interpretação da cultura e na educação do homem, no fortalecimento da cidadania e do respeito à diversidade cultural, e no incremento da qualidade de vida. Porém, muitos dos conceitos fundamentais que norteiam os museus contemporâneos ainda estão em debate e precisam de clarificação.</p>
<h2>História dos Museus</h2>
<p>Apesar da origem clássica da palavra museu – do grego mouseion – a origem dos museus como locais de preservação de objetos com finalidade cultural é muito mais antiga. Desde tempos remotos o homem se dedica a colecionar objetos, pelos mais diferentes motivos. No Paleolítico os homens primitivos já reuniam vários tipos de artefatos, como o provam achados em tumbas.</p>
<p>Na Grécia Antiga o museu era um templo das musas, divindades que presidiam a poesia, a música, a oratória, a história, a tragédia, a comédia, a dança e a astronomia. Esses templos, bem como os de outras divindades, recebiam muitas oferendas em objetos preciosos ou exóticos, que podiam ser exibidos ao público mediante o pagamento de uma pequena taxa. Em Atenas se tornou afamada a coleção de pinturas que era exposta nas escadarias da Acrópole no século V a.C. Os romanos expunham coleções públicas nos fóruns, jardins públicos, templos, teatros e termas, muitas vezes reunidas como botins de guerra. No oriente, onde o culto à personalidade de reis e heróis era forte, objetos históricos foram coletados com a função de preservação da memória e dos feitos gloriosos desses personagens. Dos museus da Antiguidade, o mais famoso foi o criado em Alexandria por Ptolomeu Sóter em torno do século III a.C., que continha estátuas de filósofos, objetos astronômicos e cirúrgicos e um parque zoobotânico, embora a instituição fosse primariamente uma academia de filosofia, e mais tarde incorporasse uma enorme coleção de obras escritas, formando-se a célebre Biblioteca de Alexandria.<ins class="adsbygoogle" data-ad-client="ca-pub-7321736592693252" data-ad-slot="9589494530" data-ad-format="link" data-full-width-responsive="true" data-adsbygoogle-status="done" data-ad-status="unfilled"><ins id="aswift_2_expand" tabindex="0" title="Advertisement" aria-label="Advertisement"><ins id="aswift_2_anchor"></ins></ins></ins><br />
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<p>Ao longo da Idade Média a noção de museu quase desapareceu, mas o colecionismo continuou vivo. Por um lado os acervos de preciosidades eram considerados patrimônio de reserva a ser convertido em divisas em caso de necessidade, para financiamento de guerras ou outras atividades estatais; outras coleções se formaram com objetos ligados ao culto cristão, acumulando-se em catedrais e mosteiros quantidades de relíquias de santos, manuscritos iluminados e aparatos litúrgicos em metais e pedras preciosas. No Renascimento, com a recuperação dos ideais clássicos e a consolidação da humanismo, ressurgiu o colecionismo privado através de grandes banqueiros e comerciantes, integrantes da burguesia em ascensão, que financiavam uma grande produção de arte profana e ornamental e se dedicavam à procura de relíquias da Antiguidade.</p>
<h3>Acervo</h3>
<p>A criação e manutenção de um acervo museológico é uma tarefa trabalhosa, dispendiosa, complexa e ainda em processo de estudo e aperfeiçoamento. Muitas questões fundamentais ainda estão sendo discutidas pelos especialistas, e em muitas delas ainda não se formaram consensos ou regulamentações definitivas. Todo esse campo está em rápida expansão e contínua transformação. O acervo representa o núcleo vital de todo museu, e em torno do qual giram todas as suas outras atividades. O acervo idealmente é gerido por um curador, ou por uma equipe de curadores, que tem a função de manter organizada e em bom estado a coleção em seus depósitos, define conceitualmente e organiza as exposições ao público, e supervisiona as atividades de documentação e pesquisa teórica sobre a coleção a fim de produzir novo conhecimento. O curador também tem um papel decisivo nos processos de aquisição e descarte de peças. O curador é o responsável pela gestão do acervo segundo o que foi definido no Plano Diretor do museu, que conta com uma seção especialmente dedicada à Política de Acervo, como está previsto no Código de Ética para Museus.</p>
<h3>Vagas Coroões do Pedal Barreiro – Trabalhe Conosco</h3>
<p>Atitude, responsabilidade, resiliência, criatividade, comprometimento para resultado, e saber trabalhar em equipe são algumas competências necessárias para fazer parte do time. Se você tem esse perfil e está em busca de oportunidades em uma empresa líder de mercado <em>envie agora mesmo seu currículo</em> para o Coroões do Pedal Barreiro.</p>
<h3>Horário de Funcionamento Coroões do Pedal no Barreiro</h3>
<ul>
<li>Terça-Feira das 08h às 18h</li>
</ul>
<h3>Onde fica, Endereço e Telefone Coroões do Pedal no Barreiro</h3>
<ul>
<li>Av. Afonso Vaz de Melo, 1532 &#8211; Barreiro &#8211; Belo Horizonte &#8211; MG</li>
<li>Telefone: <span class="w8qArf"> não informado</span></li>
</ul>
<h4>Mapa de localização</h4>
    <a class="wp-colorbox-iframe" href="https://www.google.com/maps/embed?pb=!1m18!1m12!1m3!1d3749.6904732049843!2d-44.03022048508466!3d-19.979515286575985!2m3!1f0!2f0!3f0!3m2!1i1024!2i768!4f13.1!3m3!1m2!1s0xa6be725cf609470x1797385c50e27fa3!2sAv.AfonsoVazdeMelo1532-BarreiroBeloHorizonte-MG30640-240!5e0!3m2!1spt-BR!2sbr!4v1632817484516!5m2!1spt-BR!2sbr"><img src="http://www.encontrabarreirobh.com.br/imgs/maps-post.png"></a>
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		<title>Casa da Sogra Doida Barreiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ebarreiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Sep 2021 08:22:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Museus Barreiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Casa da Sogra Doida Barreiro é, na definição do International Council of Museums (ICOM, 2001), “uma instituição permanente, sem fins lucrativos, a serviço da sociedade e do seu desenvolvimento, aberta ao público e que adquire, conserva, investiga, difunde e expõe os testemunhos materiais do homem e de seu entorno, para educação e deleite da sociedade”. Os museus tiveram origem no hábito humano do colecionismo, que nasceu junto com a própria humanidade. Desde a Antiguidade remota, o homem por infinitas razões, coleciona objetos e lhes atribui valor, seja afetivo, cultural ou simplesmente material, o que justifica a necessidade de sua </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>A Casa da Sogra Doida Barreiro </b>é, na definição do International Council of Museums (ICOM, 2001), “uma instituição permanente, sem fins lucrativos, a serviço da sociedade e do seu desenvolvimento, aberta ao público e que adquire, conserva, investiga, difunde e expõe os testemunhos materiais do homem e de seu entorno, para educação e deleite da sociedade”.</p>
<p>Os museus tiveram origem no hábito humano do colecionismo, que nasceu junto com a própria humanidade.</p>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-121 size-full" title="Casa da Sogra Doida Barreiro" src="https://www.encontrabarreirobh.com.br/sobre/wp-content/uploads/2021/09/museus-geral.gif" alt="Casa da Sogra Doida Barreiro" width="680" height="189" /></p>
<p>Desde a Antiguidade remota, o homem por infinitas razões, coleciona objetos e lhes atribui valor, seja afetivo, cultural ou simplesmente material, o que justifica a necessidade de sua preservação ao longo do tempo.</p>
<p>Milhares de anos atrás já se faziam registros sobre instituições vagamente semelhantes ao museu moderno funcionando. Entretanto, somente no século XVII se consolidou o museu mais ou menos como atualmente o conhecemos. Depois de outras mudanças e aperfeiçoamentos, hoje os museus, que já abarcam um vasto espectro de campos de interesse, se dirigem para uma crescente profissionalização e qualificação de suas atividades, e se caracterizam pela multiplicidade de tarefas e capacidades que lhes atribuem os museólogos e pensadores, deixando de ser passivos acúmulos de objetos para assumirem um papel importante na interpretação da cultura e na educação do homem, no fortalecimento da cidadania e do respeito à diversidade cultural, e no incremento da qualidade de vida. Porém, muitos dos conceitos fundamentais que norteiam os museus contemporâneos ainda estão em debate e precisam de clarificação.</p>
<h2>História dos Museus</h2>
<p>Apesar da origem clássica da palavra museu – do grego mouseion – a origem dos museus como locais de preservação de objetos com finalidade cultural é muito mais antiga. Desde tempos remotos o homem se dedica a colecionar objetos, pelos mais diferentes motivos. No Paleolítico os homens primitivos já reuniam vários tipos de artefatos, como o provam achados em tumbas.</p>
<p>Na Grécia Antiga o museu era um templo das musas, divindades que presidiam a poesia, a música, a oratória, a história, a tragédia, a comédia, a dança e a astronomia. Esses templos, bem como os de outras divindades, recebiam muitas oferendas em objetos preciosos ou exóticos, que podiam ser exibidos ao público mediante o pagamento de uma pequena taxa. Em Atenas se tornou afamada a coleção de pinturas que era exposta nas escadarias da Acrópole no século V a.C. Os romanos expunham coleções públicas nos fóruns, jardins públicos, templos, teatros e termas, muitas vezes reunidas como botins de guerra. No oriente, onde o culto à personalidade de reis e heróis era forte, objetos históricos foram coletados com a função de preservação da memória e dos feitos gloriosos desses personagens. Dos museus da Antiguidade, o mais famoso foi o criado em Alexandria por Ptolomeu Sóter em torno do século III a.C., que continha estátuas de filósofos, objetos astronômicos e cirúrgicos e um parque zoobotânico, embora a instituição fosse primariamente uma academia de filosofia, e mais tarde incorporasse uma enorme coleção de obras escritas, formando-se a célebre Biblioteca de Alexandria.<ins class="adsbygoogle" data-ad-client="ca-pub-7321736592693252" data-ad-slot="9589494530" data-ad-format="link" data-full-width-responsive="true" data-adsbygoogle-status="done" data-ad-status="unfilled"><ins id="aswift_2_expand" tabindex="0" title="Advertisement" aria-label="Advertisement"><ins id="aswift_2_anchor"></ins></ins></ins><br />
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<p>Ao longo da Idade Média a noção de museu quase desapareceu, mas o colecionismo continuou vivo. Por um lado os acervos de preciosidades eram considerados patrimônio de reserva a ser convertido em divisas em caso de necessidade, para financiamento de guerras ou outras atividades estatais; outras coleções se formaram com objetos ligados ao culto cristão, acumulando-se em catedrais e mosteiros quantidades de relíquias de santos, manuscritos iluminados e aparatos litúrgicos em metais e pedras preciosas. No Renascimento, com a recuperação dos ideais clássicos e a consolidação da humanismo, ressurgiu o colecionismo privado através de grandes banqueiros e comerciantes, integrantes da burguesia em ascensão, que financiavam uma grande produção de arte profana e ornamental e se dedicavam à procura de relíquias da Antiguidade.</p>
<h3>Acervo</h3>
<p>A criação e manutenção de um acervo museológico é uma tarefa trabalhosa, dispendiosa, complexa e ainda em processo de estudo e aperfeiçoamento. Muitas questões fundamentais ainda estão sendo discutidas pelos especialistas, e em muitas delas ainda não se formaram consensos ou regulamentações definitivas. Todo esse campo está em rápida expansão e contínua transformação. O acervo representa o núcleo vital de todo museu, e em torno do qual giram todas as suas outras atividades. O acervo idealmente é gerido por um curador, ou por uma equipe de curadores, que tem a função de manter organizada e em bom estado a coleção em seus depósitos, define conceitualmente e organiza as exposições ao público, e supervisiona as atividades de documentação e pesquisa teórica sobre a coleção a fim de produzir novo conhecimento. O curador também tem um papel decisivo nos processos de aquisição e descarte de peças. O curador é o responsável pela gestão do acervo segundo o que foi definido no Plano Diretor do museu, que conta com uma seção especialmente dedicada à Política de Acervo, como está previsto no Código de Ética para Museus.</p>
<h3>Vagas Casa da Sogra Doida Barreiro – Trabalhe Conosco</h3>
<p>Atitude, responsabilidade, resiliência, criatividade, comprometimento para resultado, e saber trabalhar em equipe são algumas competências necessárias para fazer parte do time. Se você tem esse perfil e está em busca de oportunidades em uma empresa líder de mercado <em>envie agora mesmo seu currículo</em> para o Casa da Sogra Doida Barreiro.</p>
<h3>Horário de Funcionamento Casa da Sogra Doida no Barreiro</h3>
<ul>
<li>Terça-Feira das 08h às 18h</li>
</ul>
<h3>Onde fica, Endereço e Telefone Casa da Sogra Doida no Barreiro</h3>
<ul>
<li>R. Antônio Ferreira Maia, 26 &#8211; Barreiro &#8211; Belo Horizonte &#8211; MG</li>
<li>Telefone: <span class="w8qArf"> (31) 3227-4747</span></li>
</ul>
<h4>Mapa de localização</h4>
    <a class="wp-colorbox-iframe" href="https://www.google.com/maps/embed?pb=!1m18!1m12!1m3!1d3749.647650489159!2d-44.01330638508459!3d-19.98131498657504!2m3!1f0!2f0!3f0!3m2!1i1024!2i768!4f13.1!3m3!1m2!1s0xa6bde7ef2320070x7c103de3153af8cf!2sR.AntnioFerreiraMaia26-SantaHelenaBeloHorizonte-MG30642-130!5e0!3m2!1spt-BR!2sbr!4v1632817309164!5m2!1spt-BR!2sbr"><img src="http://www.encontrabarreirobh.com.br/imgs/maps-post.png"></a>
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		<title>Museus no Barreiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ebarreiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Sep 2021 08:17:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Museus Barreiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um museu é, na definição do International Council of Museums (ICOM, 2001), “uma instituição permanente, sem fins lucrativos, a serviço da sociedade e do seu desenvolvimento, aberta ao público e que adquire, conserva, investiga, difunde e expõe os testemunhos materiais do homem e de seu entorno, para educação e deleite da sociedade”. Os museus tiveram origem no hábito humano do colecionismo, que nasceu junto com a própria humanidade. Desde a Antiguidade remota, o homem por infinitas razões, coleciona objetos e lhes atribui valor, seja afetivo, cultural ou simplesmente material, o que justifica a necessidade de sua preservação ao longo do tempo. Milhares </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um <strong>museu</strong> é, na definição do International Council of Museums (ICOM, 2001), “uma instituição permanente, sem fins lucrativos, a serviço da sociedade e do seu desenvolvimento, aberta ao público e que adquire, conserva, investiga, difunde e expõe os testemunhos materiais do homem e de seu entorno, para educação e deleite da sociedade”.</p>
<p>Os museus tiveram origem no hábito humano do colecionismo, que nasceu junto com a própria humanidade.</p>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-121 size-full" title="Museus no Barreiro" src="https://www.encontrabarreirobh.com.br/sobre/wp-content/uploads/2021/09/museus-geral.gif" alt="Museus no Barreiro" width="680" height="189" /></p>
<p>Desde a Antiguidade remota, o homem por infinitas razões, coleciona objetos e lhes atribui valor, seja afetivo, cultural ou simplesmente material, o que justifica a necessidade de sua preservação ao longo do tempo.</p>
<p>Milhares de anos atrás já se faziam registros sobre instituições vagamente semelhantes ao museu moderno funcionando. Entretanto, somente no século XVII se consolidou o museu mais ou menos como atualmente o conhecemos. Depois de outras mudanças e aperfeiçoamentos, hoje os museus, que já abarcam um vasto espectro de campos de interesse, se dirigem para uma crescente profissionalização e qualificação de suas atividades, e se caracterizam pela multiplicidade de tarefas e capacidades que lhes atribuem os museólogos e pensadores, deixando de ser passivos acúmulos de objetos para assumirem um papel importante na interpretação da cultura e na educação do homem, no fortalecimento da cidadania e do respeito à diversidade cultural, e no incremento da qualidade de vida. Porém, muitos dos conceitos fundamentais que norteiam os museus contemporâneos ainda estão em debate e precisam de clarificação.</p>
<h2>História dos Museus</h2>
<p>Apesar da origem clássica da palavra museu – do grego mouseion – a origem dos museus como locais de preservação de objetos com finalidade cultural é muito mais antiga. Desde tempos remotos o homem se dedica a colecionar objetos, pelos mais diferentes motivos. No Paleolítico os homens primitivos já reuniam vários tipos de artefatos, como o provam achados em tumbas.</p>
<p>Na Grécia Antiga o museu era um templo das musas, divindades que presidiam a poesia, a música, a oratória, a história, a tragédia, a comédia, a dança e a astronomia. Esses templos, bem como os de outras divindades, recebiam muitas oferendas em objetos preciosos ou exóticos, que podiam ser exibidos ao público mediante o pagamento de uma pequena taxa. Em Atenas se tornou afamada a coleção de pinturas que era exposta nas escadarias da Acrópole no século V a.C. Os romanos expunham coleções públicas nos fóruns, jardins públicos, templos, teatros e termas, muitas vezes reunidas como botins de guerra. No oriente, onde o culto à personalidade de reis e heróis era forte, objetos históricos foram coletados com a função de preservação da memória e dos feitos gloriosos desses personagens. Dos museus da Antiguidade, o mais famoso foi o criado em Alexandria por Ptolomeu Sóter em torno do século III a.C., que continha estátuas de filósofos, objetos astronômicos e cirúrgicos e um parque zoobotânico, embora a instituição fosse primariamente uma academia de filosofia, e mais tarde incorporasse uma enorme coleção de obras escritas, formando-se a célebre Biblioteca de Alexandria.<ins class="adsbygoogle" data-ad-client="ca-pub-7321736592693252" data-ad-slot="9589494530" data-ad-format="link" data-full-width-responsive="true" data-adsbygoogle-status="done" data-ad-status="unfilled"><ins id="aswift_2_expand" tabindex="0" title="Advertisement" aria-label="Advertisement"><ins id="aswift_2_anchor"></ins></ins></ins><br />
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<p>Ao longo da Idade Média a noção de museu quase desapareceu, mas o colecionismo continuou vivo. Por um lado os acervos de preciosidades eram considerados patrimônio de reserva a ser convertido em divisas em caso de necessidade, para financiamento de guerras ou outras atividades estatais; outras coleções se formaram com objetos ligados ao culto cristão, acumulando-se em catedrais e mosteiros quantidades de relíquias de santos, manuscritos iluminados e aparatos litúrgicos em metais e pedras preciosas. No Renascimento, com a recuperação dos ideais clássicos e a consolidação da humanismo, ressurgiu o colecionismo privado através de grandes banqueiros e comerciantes, integrantes da burguesia em ascensão, que financiavam uma grande produção de arte profana e ornamental e se dedicavam à procura de relíquias da Antiguidade.</p>
<h3>Acervo</h3>
<p>A criação e manutenção de um acervo museológico é uma tarefa trabalhosa, dispendiosa, complexa e ainda em processo de estudo e aperfeiçoamento. Muitas questões fundamentais ainda estão sendo discutidas pelos especialistas, e em muitas delas ainda não se formaram consensos ou regulamentações definitivas. Todo esse campo está em rápida expansão e contínua transformação. O acervo representa o núcleo vital de todo museu, e em torno do qual giram todas as suas outras atividades. O acervo idealmente é gerido por um curador, ou por uma equipe de curadores, que tem a função de manter organizada e em bom estado a coleção em seus depósitos, define conceitualmente e organiza as exposições ao público, e supervisiona as atividades de documentação e pesquisa teórica sobre a coleção a fim de produzir novo conhecimento. O curador também tem um papel decisivo nos processos de aquisição e descarte de peças. O curador é o responsável pela gestão do acervo segundo o que foi definido no Plano Diretor do museu, que conta com uma seção especialmente dedicada à Política de Acervo, como está previsto no Código de Ética para Museus.</p>
<h3>Veja os principais Museus do Barreiro:</h3>
<ul>
<li><strong><a href="https://www.encontrabarreirobh.com.br/sobre/casa-da-sogra-doida-barreiro/">Casa da Sogra Doida</a>:</strong> R. Antônio Ferreira Maia, 26 &#8211; Telefone: (31) 3227-4747</li>
<li><strong><a href="https://www.encontrabarreirobh.com.br/sobre/corooes-do-pedal-barreiro/">Coroões do Pedal</a>:</strong> Av. Afonso Vaz de Melo, 1532 &#8211; Telefone: não informado</li>
</ul>
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